Divórcio: entenda como funciona, os tipos e o que mudou em 2026 

O divórcio é um processo legal que finaliza oficialmente um casamento, podendo ser realizado de forma judicial ou extrajudicial. Entenda como funciona o processo no Brasil em 2026 e quais suas etapas.

casal em processo de divórcio
Quais os tipos de divórcio em 2026?

O divórcio é o procedimento que encerra oficialmente um casamento, mas, na prática, ele também costuma envolver patrimônio, filhos, guarda, pensão e reorganização da vida. 

Nos últimos anos, novas regras tornaram alguns processos mais rápidos e menos burocráticos, inclusive permitindo situações de divórcio em cartório e online. Ainda assim, muitas pessoas não sabem quais são seus direitos ou quais cuidados devem tomar.

Por isso, entender corretamente como funciona o divórcio pode evitar conflitos, prejuízos financeiros e problemas futuros. No VLV Advogados, acompanhamos diversos casos de divórcio, ajudando clientes a compreenderem cada etapa e a protegerem seus direitos de forma segura.

Neste guia, te ajudamos a entender quais são os tipos de divórcio, o que mudou em 2026 e quais etapas normalmente fazem parte do processo. Em caso de dúvidas, fale conosco!

O que é o divórcio?

O divórcio é a forma legal de encerrar definitivamente um casamento civil. Após a conclusão do procedimento, o casal deixa de ter vínculo matrimonial perante a lei e pode, inclusive, casar novamente.

Desde a Emenda Constitucional nº 66/2010, não existe mais exigência de separação judicial prévia nem prazo mínimo de afastamento para pedir o divórcio. Hoje, basta que uma das partes manifeste a vontade de encerrar o casamento para que o pedido possa ser realizado.

Na prática, o divórcio pode acontecer de maneira:

Além disso, ele pode ocorrer: judicialmente; em cartório; e até online, em determinadas situações.

Muitas pessoas acreditam que o divórcio serve apenas para “terminar o casamento”, mas o procedimento também define questões importantes sobre:

Em casos envolvendo imóveis, empresas familiares ou financiamentos, a ausência de formalização correta pode gerar problemas patrimoniais anos depois da separação.

Como funciona o divórcio atualmente no Brasil?

O funcionamento do divórcio depende principalmente da existência, ou não, de acordo entre as partes. Quando o casal concorda sobre patrimônio, filhos e demais questões familiares, o procedimento tende a ser mais rápido e menos desgastante.

Hoje, o divórcio pode ocorrer: diretamente no cartório, pela Justiça ou digitalmente através do e-Notariado. Nos casos consensuais, normalmente o procedimento envolve:

  1. reunião dos documentos;
  2. definição dos acordos;
  3. elaboração do pedido;
  4. assinatura da escritura ou homologação judicial.

Já quando existem conflitos sobre: guarda, patrimônio, pensão ou ocultação de bens, o processo costuma ocorrer judicialmente. Por sua vez, é mais complexo, com mais etapas e análise judicial.

No VLV Advogados, atendemos casos de divórcios com diferentes demandas, sejam consensuais ou litigiosos. Nossa equipe acompanha processos envolvendo partilha de bens complexa, disputas de guarda, pensão alimentícia e situações de ocultação de patrimônio. 

Por isso, é sempre importante contar com orientação jurídica no seu processo de separação. Afinal, um processo pode se iniciar de uma forma e terminar de outra, conforme demandas específicas.

imagem explicando como funciona o divórcio hoje
Como funciona o divórcio no Brasil hoje?

Qual é a nova regra do divórcio?

Uma das mudanças mais relevantes no divórcio ocorreu com a Resolução nº 571/2024 do CNJ, que passou a permitir o divórcio extrajudicial em cartório mesmo quando existem filhos menores.

Antes da mudança, a presença de filhos menores normalmente obrigava o casal a recorrer à Justiça. Agora, o procedimento em cartório pode acontecer desde que: guarda, visitas e pensão alimentícia já tenham sido previamente resolvidos judicialmente.

Na prática, a medida busca reduzir burocracias e permitir soluções mais rápidas para famílias que já possuem acordo sobre as demais questões do divórcio.

Outra discussão importante envolve propostas do novo Código Civil relacionadas ao chamado “divórcio unilateral” e à reorganização patrimonial e sucessória após a separação.

Essas mudanças mostram como o Direito de Família vem passando por transformações para acompanhar novas estruturas familiares e formas de convivência no Brasil.

Qual o valor da taxa para se divorciar?

O valor do divórcio depende do tipo de procedimento escolhido e da complexidade do caso. Em geral, os custos variam conforme:

a) No divórcio em cartório, normalmente existem despesas relacionadas: à escritura pública, certidões, taxas do tabelionato e honorários do advogado.

b) Já no divórcio judicial, podem existir: custas processuais, perícias, avaliações patrimoniais e outras despesas ligadas ao andamento do processo.

Quando o caso envolve imóveis financiados, empresas familiares ou patrimônio elevado, os custos tendem a ser maiores devido à complexidade da partilha.

Uma situação muito frequente no nosso escritório ocorre quando o casal acredita que o único gasto será “a taxa do divórcio”, sem considerar despesas futuras relacionadas à regularização de imóveis, por exemplo. Na prática, no entanto, o processo envolve um durante e um depois.

Quais são os tipos de divórcio e quando cada um é indicado?

Existem diferentes modalidades de divórcio no Brasil, e cada uma delas é indicada para situações específicas. Entender essas diferenças ajuda você a escolher o procedimento mais adequado para sua realidade familiar e patrimonial.

Divórcio consensual

O divórcio consensual acontece quando o casal concorda sobre:

Por existir acordo, esse tipo de divórcio costuma ser mais rápido, menos desgastante e financeiramente mais simples. Dependendo do caso, ele pode ocorrer judicialmente ou diretamente em cartório. Casais que conseguem manter diálogo normalmente conseguem reduzir conflitos, tempo de espera e custos.

Divórcio litigioso

O divórcio litigioso ocorre quando existe conflito entre as partes. Isso é comum em situações envolvendo:

Nesses casos, o processo precisa ser decidido judicialmente. Situações assim costumam exigir:

Em muitos casos, o desgaste emocional acaba dificultando, aumentando o tempo do processo e os custos envolvidos.

Divórcio extrajudicial em cartório

O divórcio extrajudicial acontece diretamente no tabelionato, sem necessidade de processo judicial. Para isso, normalmente é necessário:

O procedimento costuma ser mais rápido e menos burocrático. Além disso, atualmente muitos cartórios permitem:

O que mudou no divórcio em cartório com filhos menores?

Após a Resolução 571/2024 do CNJ, alguns casais com filhos menores passaram a poder realizar o divórcio em cartório.

Porém, ainda existem limitações importantes: guarda, convivência familiar e pensão precisam já estar resolvidos judicialmente.

Essa mudança vem sendo considerada uma das principais atualizações recentes do Direito de Família brasileiro porque reduz burocracias em situações onde o casal já possui acordo consolidado.

Divórcio judicial

O divórcio judicial é necessário quando:

Mesmo em casos consensuais, algumas situações ainda exigem acompanhamento judicial, especialmente quando há questões familiares mais complexas.

Tipo
Precisa de juiz?
Precisa de acordo?
Mais rápido?
Cartório
Não
Sim
Sim
Judicial consensual
Sim
Sim
Moderado
Litigioso
Sim
Não
Não

Quanto tempo demora cada tipo de divórcio?

O tempo do divórcio varia conforme a modalidade e o nível de conflito entre as partes. Em geral, procedimentos consensuais costumam ser mais rápidos, enquanto disputas patrimoniais e questões envolvendo filhos podem aumentar a duração do processo.

O divórcio consensual em cartório geralmente é o mais rápido, podendo ser finalizado em poucas semanas, desde que todos os documentos estejam corretos e o casal esteja de acordo.

Na modalidade consensual judicial, quando feito pela Justiça, costuma levar alguns meses, principalmente se houver necessidade de análise de documentos e homologação pelo juiz.

Quanto ao divórcio litigioso, esse é o mais demorado. Afinal, há conflitos sobre bens, guarda ou pensão, e o processo pode se estender por anos, dependendo da quantidade de questões em disputa.

No VLV Advogados, por exemplo, atendemos um casal em que a disputa sobre guarda compartilhada e partilha de imóvels atrasou o processo por cerca de 18 meses. O acompanhamento da nossa equipe permitiu agilizar o processo nas demais demandas, contudo, o conflito foi o principal fator de demora.

Tipo de Divórcio Tempo Médio Observações
Consensual em cartório Algumas semanas Mais rápido quando há acordo sobre bens, guarda e pensão.
Consensual judicial Alguns meses Depende de análise documental e homologação pelo juiz.
Litigioso (com conflitos) De 1 a 3 anos ou mais Pode se estender dependendo da disputa sobre bens, guarda ou pensão.

O que é necessário para se divorciar?

Para se divorciar, normalmente é necessário apresentar documentos pessoais e definir questões relacionadas ao patrimônio e à família. Os requisitos variam conforme o tipo de divórcio escolhido.

Em geral, os principais pontos analisados envolvem:

Nos casos consensuais, o procedimento costuma ser mais simples. Já em situações litigiosas, podem ser necessárias provas, avaliações patrimoniais e análise detalhada da situação financeira.

Em atendimentos relacionados ao tema, um erro comum ocorre quando uma das partes assina acordos sem compreender completamente:

Por isso, compreender corretamente a situação jurídica antes da formalização costuma ser uma medida importante de proteção patrimonial.

Quais documentos são exigidos para o divórcio?

Os documentos mais comuns no divórcio incluem:

Dependendo do caso, também podem ser solicitados:

Quando existem empresas, imóveis financiados ou patrimônio elevado, a análise documental costuma ser ainda mais importante para evitar omissões ou conflitos posteriores.

Como funciona a divisão de bens no divórcio?

A divisão de bens no divórcio depende principalmente do regime de casamento adotado pelo casal. Cada regime possui regras próprias sobre patrimônio adquirido antes e durante a união.

Os mais comuns são:

a) Comunhão parcial de bens: os bens adquiridos durante o casamento normalmente pertencem ao casal e podem ser divididos no divórcio. Já os bens que cada pessoa possuía antes da união, em regra, permanecem individuais.

b) Comunhão universal de bens: praticamente todo o patrimônio do casal, incluindo bens adquiridos antes e durante o casamento, passa a ser compartilhado, salvo exceções previstas em lei.

c) Separação total de bens: cada pessoa mantém a propriedade exclusiva dos bens que adquirir antes e durante o casamento, sem comunicação patrimonial entre o casal.

d) Participação final nos aquestos: durante o casamento, cada cônjuge administra seu próprio patrimônio separadamente. Porém, no divórcio, os bens adquiridos de forma onerosa durante a união podem ser divididos conforme as regras desse regime.

imagem explicando como funciona a divisão de bens no divórcio
Como funciona a divisão de bens no divórcio?

Além dos bens, o divórcio também pode envolver:

Em 2026, o STJ decidiu que a partilha de bens no divórcio não pode ocorrer apenas por contrato particular, reforçando a necessidade de formalização judicial ou por escritura pública válida.

A decisão surgiu em um caso envolvendo, patrimônio, dívidas e questionamentos sobre a validade de um acordo informal. Na prática, isso reforça um cuidado importante: acordos “de boca” ou documentos sem formalização adequada podem gerar problemas anos depois da separação.

Em muitas situações, é comum que uma das partes descubra apenas posteriormente:

Por isso, agir rapidamente diante de suspeitas patrimoniais costuma ser importante para preservar direitos e evitar prejuízos futuros.

Quem fica na casa após o divórcio?

A definição sobre quem permanece no imóvel após o divórcio depende de fatores como:

Quando existem filhos menores, é comum que a Justiça priorize a estabilidade da rotina da criança ao analisar a situação. 

Já em imóveis financiados ou pertencentes aos dois cônjuges, a definição pode envolver compensações financeiras ou futura venda do bem.

Em muitos casos, sair do imóvel sem orientação jurídica pode gerar dificuldades posteriores relacionadas à posse, patrimônio e até divisão de despesas.

O divórcio altera direitos de herança?

Sim, o divórcio altera direitos de herança. Após o divórcio, o ex-cônjuge deixa de ser herdeiro necessário. Em regra, perde direitos sucessórios relacionados à herança do antigo parceiro.

Por isso, muitas pessoas aproveitam o momento do divórcio para revisar:

Como o divórcio afeta filhos, guarda e pensão?

O divórcio não afeta apenas a separação do casal, mas também impacta diretamente filhos, guarda e pensão alimentícia. Quando há filhos menores ou dependentes, o juiz analisa o melhor interesse da criança e estabelece regras sobre visitas e convivência.

Atualmente, a guarda compartilhada é priorizada pela legislação brasileira, conforme a Lei nº 13.058/2014. Nesta modalidade, significa que ambos os pais continuam participando das decisões importantes da vida da criança, como estudo, saúde e demais aspectos.

Segundo dados do IBGE, a guarda compartilhada passou a representar a maior parte dos divórcios judiciais envolvendo filhos menores no Brasil.

%

Dados do IBGE

Guarda compartilhada supera guarda materna

Pela primeira vez, nos divórcios judiciais com filhos menores, a guarda compartilhada ficou à frente da guarda atribuída somente à mãe.

Guarda compartilhada

44,6% em 2024

Guarda materna

42,6% em 2024

Em 2014: a guarda compartilhada era 7,5% e a guarda materna, 85,1%. O dado mostra uma mudança importante na forma como a convivência familiar vem sendo tratada após o divórcio.

Fonte: IBGE, Estatísticas do Registro Civil 2024.

A pensão alimentícia continua sendo definida conforme necessidade da criança, possibilidade financeira dos pais e realidade familiar. Mesmo em casos consensuais, é importante formalizar esses acordos para evitar conflitos futuros que envolva a criança.

Em muitos casos, conflitos emocionais entre os pais acabam impactando diretamente a rotina da criança, principalmente quando existe dificuldade de comunicação entre o casal após a separação.

Dr. Luiz Vasconcelos Jr., advogado familiarista do VLV Advogados, explica: “pais e responsáveis devem entender que a guarda e a pensão não são apenas questões burocráticas, mas instrumentos para proteger o bem-estar e os direitos das crianças”.

Como dar entrada em um divórcio?

Dar entrada no divórcio no Brasil exige a assistência de um advogado e a decisão quanto à modalidade. O processo pode ser extrajudicial (rápido e feito no cartório) ou judicial (se houver questões dos filhos menores ou discordâncias).

Isso depende principalmente da existência de acordo entre o casal, da presença de filhos menores e da necessidade de discutir patrimônio, guarda ou pensão alimentícia.

1. Reunião dos documentos

O procedimento costuma começar com a separação dos documentos básicos, como:

Em muitos casos, também pode ser necessário apresentar contratos, matrícula de imóveis e informações financeiras.

2. Definição dos acordos do divórcio

Depois disso, o casal precisa definir pontos importantes relacionados ao fim do casamento, como:

Quando existe consenso, o procedimento tende a ser mais rápido e menos desgastante.

3. Elaboração do pedido

Com as informações organizadas, o advogado prepara:

a) a escritura pública, no caso de cartório;

b) ou o pedido judicial, quando o processo precisa passar pela Justiça.

Nessa etapa, também são analisados possíveis riscos patrimoniais e consequências financeiras da separação.

4. Formalização do divórcio

Por fim, ocorre a assinatura da escritura no cartório ou a homologação pelo juiz. Após isso, o divórcio é registrado oficialmente e o estado civil passa a constar como divorciado.

Em muitos atendimentos no nosso escritório, uma dúvida frequente envolve o momento certo para iniciar o procedimento.  Algumas pessoas acabam adiando o divórcio por receio do conflito, mas a demora pode aumentar insegurança patrimonial, dificuldades financeiras e demais problemas.

Posso dar entrada no divórcio sozinha?

O pedido de divórcio pode partir apenas de uma das partes. Ou seja, o outro cônjuge não pode impedir o encerramento do casamento.

Porém, a legislação exige acompanhamento jurídico para formalizar o procedimento. Isso significa que o divórcio não pode ser concluído sem advogado ou Defensoria Pública.

Mesmo nos casos consensuais realizados em cartório, a presença do advogado continua sendo obrigatória. Saiba mais em nosso vídeo!

O que pode atrasar um divórcio?

O divórcio pode ser um processo rápido ou demorado, dependendo de diversos fatores que influenciam diretamente o tempo de tramitação.

Entre os principais motivos que podem atrasar um divórcio estão:

Além disso, conflitos entre as partes, pedidos de produção de provas adicionais ou a necessidade de perícias podem estender o processo por meses ou até anos, especialmente em casos litigiosos.

Em um dos casos acompanhados pelo VLV Advogados, o casal já estava separado havia meses, mas ainda não havia formalizado o divórcio por conta de dúvidas sobre um imóvel financiado e da falta de alguns documentos. 

Após a análise jurídica e organização das informações patrimoniais, foi possível estruturar um acordo mais seguro e evitar que o caso evoluísse para um conflito judicial mais longo e desgastante.

Situações como essa são mais comuns do que muitas pessoas imaginam, principalmente quando o divórcio é tratado apenas como uma separação emocional, sem atenção às consequências jurídicas.

Preciso contratar um advogado para o divórcio?

Sim. O acompanhamento jurídico é obrigatório tanto no divórcio judicial quanto no extrajudicial. O advogado será responsável por:

Em situações mais complexas, a análise jurídica costuma ser importante para evitar prejuízos financeiros, ocultação patrimonial, acordos inválidos e conflitos futuros.

O VLV Advogados atua em casos relacionados a:

O escritório possui atendimento online e presencial em milhares de cidades do Brasil e também acompanha demandas de brasileiros no exterior.

Perguntas frequentes sobre divórcio

Quanto tempo leva para sair um divórcio?

O prazo varia conforme a modalidade escolhida, existência de acordo, patrimônio e conflitos familiares. Divórcios consensuais em cartório costumam ser mais rápidos. Já processos litigiosos podem levar mais tempo devido às disputas judiciais.

É possível fazer o divórcio totalmente online?

Sim, é possível fazer um divórcio totalmente online. Em alguns casos, o divórcio extrajudicial pode ocorrer digitalmente através do sistema e-Notariado, autorizado pelo CNJ.

Quando o processo de divórcio precisa ir para a Justiça no divórcio?

O procedimento judicial do divórcio normalmente é necessário quando, existe conflito, discussão sobre filhos violência doméstica ou ausência de acordo.

É possível fazer divórcio mesmo sem acordo entre o casal?

Sim. O divórcio pode ser solicitado mesmo sem a concordância da outra parte. Nesse caso, o procedimento normalmente seguirá pela modalidade litigiosa perante a Justiça.

Preciso voltar ao nome de solteiro após o divórcio?

Não obrigatoriamente. Após o divórcio, a pessoa pode optar por voltar ao nome de solteiro ou manter o sobrenome adquirido no casamento. A decisão normalmente é definida no próprio processo ou na escritura de divórcio.

Não tome decisões importantes sem falar com um advogado antes

homem conversando sobre divórcio com seu advogado
Busque uma consultoria jurídica sobre divórcio!

O divórcio pode envolver consequências importantes sobre patrimônio, filhos, guarda, pensão e organização financeira da família. 

Por isso, decisões tomadas sem orientação adequada podem gerar impactos jurídicos e patrimoniais difíceis de resolver posteriormente.

Cada situação possui particularidades próprias. Buscar orientação jurídica especializada pode ajudar você a compreender seus direitos, riscos envolvidos, alternativas legais e caminhos mais seguros para conduzir o procedimento.

O VLV Advogados atua em demandas relacionadas ao Direito de Família com atendimento online e presencial em todo o Brasil, acompanhando casos de divórcio, guarda, pensão alimentícia e partilha de bens de forma estratégica e humanizada. Fale com um especialista!

Artigo de caráter meramente informativo elaborado por profissionais do VLV Advogados

Sobre o autor

O Dr. Luiz Vasconcelos Jr. é advogado familiarista, cogestor do VLV Advogados, membro Associado do Instituto Brasileiro de Direito de Família (IBDFAM). Possui capacitação pela AASP em questões de direito civil, especialmente direito das famílias/sucessões e pela PUC/RJ em alienação parental e perícias psicológicas.

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Autor

  • luiz azul

    •Advogado familiarista, cogestor do VLV Advogados - 43462 OAB/BA
    Membro Associado do Instituto Brasileiro de Direito de Família (IBDFAM)
    Capacitação pela AASP em questões de direito civil, especialmente direito das famílias/sucessões e pela PUC/RJ em alienação parental e perícias psicológicas

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