Saiba agora o maior risco que você pode sofrer no divórcio

Vai dar entrada em um processo de divórcio? Então, saiba quais os riscos do divórcio e como evitá-los

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Um dos maiores riscos do divórcio diz respeito à partilha de bens, considerando que as dívidas também são partilhadas, a depender do regime de bens que regula a união. Além disso, o divórcio traz riscos psicológicos para toda a família, uma vez que é um momento de dor e sofrimento para todos.

Quando você entende que é hora de se divorciar, tudo que mais quer é um processo rápido, uma vez que deseja seguir a sua vida com tranquilidade. Entretanto, o que você não sabe é que precisa estar atento a atitudes tomadas durante o processo de superação e partilha de bens para evitar os riscos do divórcio.

Portanto, pensando nisso, preparamos este artigo, no qual iremos te explicar quais os maiores riscos do divórcio! Assim, aqui você aprenderá:

  1. Qual importância do advogado de família?
  2. Qual maior risco do divórcio?
  3. O que acontece com o imóvel financiado?
  4. Qual importância da análise de gastos?

Qual a importância de contratar um advogado de família?

Antes de falarmos sobre os riscos do divórcio é  importante ressaltar a importância de se contratar um advogado especializado em direito de família, uma vez que este profissional saberá te auxiliar sobre como evitar desgastes durante o processo de divórcio, tanto psicologicamente quanto financeiramente. 

Portanto, sempre aconselhamos que você converse com seu advogado antes de tomar qualquer decisão.

Além disso, é importante que você informe a ele todos os bens que possui e sua renda mensal, uma vez que ele saberá o que deve ser feito para que você continue com o mesmo padrão de vida após o divórcio.

Qual o maior risco do divórcio?

Guarda Compartilhada e Alienação Parental
Riscos do Divórcio

Um dos maiores riscos do divórcio ocorre depois da partilha de bens, uma vez que, a depender do regime de bens adotado por vocês, as dívidas serão divididas entre os dois igualmente. 

Portanto, após a divisão dos bens, os compromissos financeiros deixam de ser divididos de maneira proporcional entre duas pessoas. Ou seja, você passará a arcar com metade das dívidas, por exemplo.

Por isso, é necessário que você dispense uma atenção especial ao seu planejamento financeiro, inclusive para saber se vale a pena ficar com algum imóvel ou automóvel.

Além disso, a atenção precisa ser redobrada caso você tenha que pagar pensão alimentícia para a sua esposa ou seus filhos, uma vez que é um gasto que não havia antes do divórcio. 

O que acontece com o imóvel financiado?

Um dos pontos que muitas pessoas têm dúvidas diz respeito ao que acontece com o imóvel financiado após o divórcio. Afinal, quem arcará com as despesas do financiamento?

Bem, o que poucas pessoas sabem é que é possível apenas um de vocês arcar com o financiamento.

Para que isso aconteça, no entanto, é preciso que você e sua esposa, em conjunto, peçam a um agente financeiro que analise a situação financeira de vocês. Assim, comparando a renda mensal de ambos, será possível dizer se apenas um dos dois pode ficar com a responsabilidade financeira do imóvel. 

Entretanto, caso a renda de apenas uma das partes seja insuficiente para o pagamento das prestações do financiamento, o crédito imobiliário continua sendo pago por ambos, para não afetar a sobrevivência de ninguém. 

Qual a importância da análise de gastos?

Após a separação, é preciso rever tudo, uma vez que você terá uma nova vida. Portanto, também será preciso ter um novo orçamento e fazer um novo planejamento para o futuro. Por conta disso, é importante que você reavalie seus gastos.

Assim, ao falarmos em análise de gastos, estamos dizendo que você não deve se deixar levar por coisas supérfluas. 

Por exemplo, para esquecer a situação do divórcio e do desgaste emocional sofrido, você pode começar a sair muito e a comprar produtos muito caros, sem necessidade, no cartão de crédito. Então, quando a conta chega, você percebe que não tem dinheiro para pagá-la. 

Portanto, é importante repensar seu planejamento financeiro para não criar dívidas desnecessárias.

No entanto, caso você já tenha feito muitas dívidas, te aconselhamos a aumentar os seus ganhos e diminuir os seus gastos, nem que seja por um tempo determinado. Em seguida, procure renegociar as suas dívidas, priorizando aquelas com juros maiores, como as do cartão de crédito.

Ainda tem alguma dúvida sobre esse assunto ou precisa da ajuda de algum advogado? Entre em contato conosco e converse com a nossa equipe jurídica especializada em divórcio e direito de família. 

Você pode dar uma olhada, também, nos nossos outros conteúdos aqui no blog. 

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